Ao que tudo indica, a proposta do governo de criar uma operadora de controle estatal que atue sob o princípio da neutralidade da rede, vendendo sua capacidade no atacado para, entre outras coisas, estimular a universalização e a competição no serviço de banda larga, já começa a ser melhor aceita pelas operadoras.
Já não é de hoje que a Casa Civil vem afirmando que a intenção do governo não é contrária à participação da iniciativa privada (leia-se, participação das teles) no processo, mas complementar, como ocorreu com o projeto de banda larga para as escolas.
Mês passado, em entrevista concedida à CDTV, do Portal Convergência Digital, o assessor especial da Casa Civil, André Barbosa, foi bem claro nesse sentido. Segundo ele, faz parte do projeto governamental permitir que as prestadoras privadas tenham livre acesso à infraestrutura, mediante uma remuneração que servirá para 'bancar' a gestão da rede pública.
Sábado, Outubro 31, 2009
Plano Nacional de Banda Larga começa a tomar forma
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2 Comentários:
Prezada Cristina. Lendo a notícia do Pano Nacional de Banda Larga fiquei com uma dúvida. Essa operadora estatal seria a Telebrás ou um nova empresa? Já existe definição sobre isso?
Grato e parabéns pela matéria.
Não. Ainda não existe definição sobre isso.
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